Este debate sobre o aborto provoca-me náuseas. Tenho para mim que o aborto é uma questão ética e moral para a qual há argumentos também eles éticos e morais capazes de colocar o sim e o não em equilíbrio. Porém o debate tem andado em redor do quanto ganham ou deixam de ganhar as clínicas privadas, do quanto o estado vai gastar em comparticipações, blá blá blá…
Temo que, se o nível intelectual dos portugueses for tão nublado como o que se vê neste debate, o nosso país não tem futuro porque não sabe do que fale nem pelo que se bate.
Mas a náusea maior enrola-me o pescoço quando ouço falar nos orçamentos para o diversos movimentos, tanto do sim, como do não. Fala-se em valores na ordem dos 400 mil a 500 mil Euros por movimento! Senhores digam-me onde está a mina. Para mim, uma campanha sobre um tema puramente ético e moral só pode ser inteiramente sem custos. Não são precisos cartazes nem coisas e coisinhas de espécie alguma: o serviço público da comunicação social e debates a nível local deveriam bastar. Se há quem ganhe dinheiro com assuntos destes, estamos num país de mercenários.
17/01/2007
11/01/2007
Tarifas de Electricidade
A Comissão Europeia (CE) quer que Portugal volte atrás na decisão de limitar o aumento da electricidade para consumo doméstico em 6%, exigindo assim a entrada em vigor do aumento de 16% decretado pele Entidade Reguladora do Sector Eléctrico (ERSE). A CE afirma que a polítca de preços regulados e artificialmente baixos impede a concretização do mercado liberalizado.
Se os leitores se recordam em Outobro do ano passado afirmei neste blog em dois post's consecutivos de que desconfiava que os 16% reflectiam não só o aumento do custo de produção da electricdade, mas também era uma forma camuflada de fazer entrar o mercado liberalizado. A tomada de posição agora tornada pública da CE vem uma vez mais comprovar as minhas desconfianças.
Na minha opinião, o governo limitou e bem os aumentos. Conforme também antes disse, eles são inevitáveis mas devem ser de forma programada e faseada porque 16% vai provocar um impacto demasiado brusco no orçamento familiar, das pequenas indústrias e comércio. Bruxelas está a reger-se pelos interesses das distribuidoras espanholas e impõe, isso sim, um aumento artificial para a entrada em Portugal das empresas do país vizinho.
Uma parte da oposição ao governo levantou a voz para o acusar de desrespeitar e desautorizar a decisão da ERSE. O resultado dessas acusações podem agora resultar num aumento de 16% na factura de electricidade.
Se os leitores se recordam em Outobro do ano passado afirmei neste blog em dois post's consecutivos de que desconfiava que os 16% reflectiam não só o aumento do custo de produção da electricdade, mas também era uma forma camuflada de fazer entrar o mercado liberalizado. A tomada de posição agora tornada pública da CE vem uma vez mais comprovar as minhas desconfianças.
Na minha opinião, o governo limitou e bem os aumentos. Conforme também antes disse, eles são inevitáveis mas devem ser de forma programada e faseada porque 16% vai provocar um impacto demasiado brusco no orçamento familiar, das pequenas indústrias e comércio. Bruxelas está a reger-se pelos interesses das distribuidoras espanholas e impõe, isso sim, um aumento artificial para a entrada em Portugal das empresas do país vizinho.
Uma parte da oposição ao governo levantou a voz para o acusar de desrespeitar e desautorizar a decisão da ERSE. O resultado dessas acusações podem agora resultar num aumento de 16% na factura de electricidade.
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08/01/2007
Espanhois Reinventam Pipos para Vinho
A indústria espanhola reinventou as tradicionais pipas de vinho. A Tonelería Quercus é uma empresa do grupo espanhol Rivercap a qual patenteou um novo e inovador método para a queima dos barris. O método consiste em fazer a queima através de resistência eléctrica dentro de uma estufa e com o pipo na posição horizontal e montado num sistema rotativo. O novo método permite que a temperatura da queima seja uniforme em toda a barrica, conferindo um aroma mais apurado ao vinho.O Grupo Rivercap nasceu nos anos 90 com pouco mais de uma dezena de funcionários e apenas fabricava cápsulas de estanho. Hoje o grupo emprega 173 pessoas e factura 23 milhões de Euros.
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